domingo, 3 de abril de 2011

Leio nos teus olhos,
as mágoas,
de amar e ser esquecido
de amar e não ser correspondido
de amar e não saber quem ama
de amar sem saber o que ama
de amar sem saber porque ama
de amar sem saber o que é amar
Leio nos teus olhos
um mundo frio,
perdido,
sombrio...
Leio nos teus olhos
a memória de quem quer sair do fundo
mas não tem escada para subir.

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